Porque (re)lembrar é (re)viver.

Dia 23/02 fará dois anos que lançamos o Voejo, a segunda coletânea de contos dos meus alunos de escrita.

De lá pra cá, inúmeros aprendizados, mudanças de casa, transformações no mundo.

Olhar as fotos do lançamento me lembrou o seguinte: não é todo dia que acordo acreditando na escrita.

E 23 de fevereiro de 2019 foi um dia em que acordei descrente.

Questionei a fundo o que estava fazendo da minha vida ao apostar tão alto em escrever.

Aquele era, de verdade, o caminho correto para seguir?

Hoje sei que não é nem correto, nem errado. É apenas o caminho.

A dicotomia entre certo e errado é para quem quer justificar os seus atos.

E eu não quero me justificar. Quero viver.

Estar vivo é aceitar que somos parte do caos da vida. Um dia tudo está em equilíbrio; no outro não.

Nós criamos narrativas pessoais para tentar explicar cada coisinha que nos acontece.

Porque viver às vezes é desconfortável.

Mas aqui vai uma dica de quem já lutou demais consigo mesma: vale a pena atravessar todos os conflitos, internos e externos.

Vale a pena apostar no que você acredita por mais um dia.

A recompensa é a alegria no olhar das pessoas que você pôde ajudar a evoluir.

Falando em ajudar a evoluir, quero te convidar para conhecer o meu Clube de Escrita. Dividido em três pacotes com conteúdos selecionados e exercícios exclusivos, o Clube de Escrita é um espaço criado para você desenvolver suas habilidades de escrita, no seu tempo.


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